Semana passada descobri algo incrível: A redação da revista Veja é dotada da mesma tecnologia mostrada no filme de ficção Minority Report o que confere a mesma a capacidade de antecipar eventos futuros, na ocasião, o veredicto do caso Isabella.
Mesmo contando com precogs, deviam lembrar do princípio constitucional de presunção da inocência, seria menos... antiético...
Até o cara que vende pipoca na frente do cursinho já diz que foi homicídio triplamente qualificado. Aí é que tá, a intenção de matar não seria um requisito? Acho que se a menina tivesse morrido no estrangulamento, cabia uma lesão corporal com resultado morte (dolo eventual?) e ainda um vilipêndio de cadáver. Como ela morreu na queda, a morte não foi o resultado da lesão corporal e sim do descarte do corpo, só que o assassino não sabia disso, ou sabia? E ainda tem o fato do cara ser garantidor (pai)...
Ninguém pode dizer ao certo o que aconteceu, nem mesmo a polícia - que nem isolou imediatamente a cena do crime - tudo que sabemos é que agora ao comprar a Veja, podemos ler hoje as notícias de amanhã.
Mesmo contando com precogs, deviam lembrar do princípio constitucional de presunção da inocência, seria menos... antiético...
Até o cara que vende pipoca na frente do cursinho já diz que foi homicídio triplamente qualificado. Aí é que tá, a intenção de matar não seria um requisito? Acho que se a menina tivesse morrido no estrangulamento, cabia uma lesão corporal com resultado morte (dolo eventual?) e ainda um vilipêndio de cadáver. Como ela morreu na queda, a morte não foi o resultado da lesão corporal e sim do descarte do corpo, só que o assassino não sabia disso, ou sabia? E ainda tem o fato do cara ser garantidor (pai)...
Ninguém pode dizer ao certo o que aconteceu, nem mesmo a polícia - que nem isolou imediatamente a cena do crime - tudo que sabemos é que agora ao comprar a Veja, podemos ler hoje as notícias de amanhã.
Achar, eu posso achar até com "absoluta certeza" mas afirmar é outra história...