terça-feira, 29 de abril de 2008

Veja: Foram Eles

Semana passada descobri algo incrível: A redação da revista Veja é dotada da mesma tecnologia mostrada no filme de ficção Minority Report o que confere a mesma a capacidade de antecipar eventos futuros, na ocasião, o veredicto do caso Isabella.

Mesmo contando com precogs, deviam lembrar do princípio constitucional de presunção da inocência, seria menos... antiético...

Até o cara que vende pipoca na frente do cursinho já diz que foi homicídio triplamente qualificado. Aí é que tá, a intenção de matar não seria um requisito? Acho que se a menina tivesse morrido no estrangulamento, cabia uma lesão corporal com resultado morte (dolo eventual?) e ainda um vilipêndio de cadáver. Como ela morreu na queda, a morte não foi o resultado da lesão corporal e sim do descarte do corpo, só que o assassino não sabia disso, ou sabia? E ainda tem o fato do cara ser garantidor (pai)...

Ninguém pode dizer ao certo o que aconteceu, nem mesmo a polícia - que nem isolou imediatamente a cena do crime - tudo que sabemos é que agora ao comprar a Veja, podemos ler hoje as notícias de amanhã.
Achar, eu posso achar até com "absoluta certeza" mas afirmar é outra história...

sábado, 26 de abril de 2008

Etanol

É engraçado como as pessoas que criticam o biocombustível são, em sua grande maioria, as mesmas que não abrem mão de andar em seus carros e usar o transporte coletivo.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Concursos Públicos

É engraçado como são essas provas de concurso, quanto mais a gente estuda, menos tempo a gente tem para fazer a prova, acho que quando absorvemos um grande volume de informações - ou de fato aprendemos coisas - nos agarramos às provas e enrolamos com ela até o final do tempo, a contemplamos esperando que algo venha a mente. Lembro da época em que eu apenas jogava na loteria: era o primeiro a sair da sala! Quer dizer, não o primeiro, esperava uma pessoas sairem antes porque eu ficava sem graça pois não existe essa história de que saiu cedo porque sabia muito, quem sai logo é burro mesmo.

Outra coisa engraçada é como as pessoas meio que desenvolvem uma espécie de "síndrome de Estocolmo" com os aplicadores de prova, elas desenvolvem um certo laço de simpatia e reverência esquecendo-se de que aquelas pessoas normalmente possuem empregos enfadonhos - quando possuem - e desejam "boa sorte" apenas por educação, na verdade eles querem que todos os concurseiros se fodam para continuarem havendo mais e mais concursos e eles serem fiscais o resto da vida.Justo. Eu no lugar deles faria o mesmo.

Nessa última vez ainda tive a sorte de pegar um chefe de sala que parecia que estava morrendo de tuberculose (não parava de tossir o infeliz).Ele alternava entre tossir, amassar papel, dar instruções óbvias. Odiei todos os fiscais e tive vontade de socar a cara deles, tive a sorte de pegar a equipe mais feia, burra, inconveniente e tuberculosa de todo o certame.