É engraçado como são essas provas de concurso, quanto mais a gente estuda, menos tempo a gente tem para fazer a prova, acho que quando absorvemos um grande volume de informações - ou de fato aprendemos coisas - nos agarramos às provas e enrolamos com ela até o final do tempo, a contemplamos esperando que algo venha a mente. Lembro da época em que eu apenas jogava na loteria: era o primeiro a sair da sala! Quer dizer, não o primeiro, esperava uma pessoas sairem antes porque eu ficava sem graça pois não existe essa história de que saiu cedo porque sabia muito, quem sai logo é burro mesmo.
Outra coisa engraçada é como as pessoas meio que desenvolvem uma espécie de "síndrome de Estocolmo" com os aplicadores de prova, elas desenvolvem um certo laço de simpatia e reverência esquecendo-se de que aquelas pessoas normalmente possuem empregos enfadonhos - quando possuem - e desejam "boa sorte" apenas por educação, na verdade eles querem que todos os concurseiros se fodam para continuarem havendo mais e mais concursos e eles serem fiscais o resto da vida.Justo. Eu no lugar deles faria o mesmo.
Nessa última vez ainda tive a sorte de pegar um chefe de sala que parecia que estava morrendo de tuberculose (não parava de tossir o infeliz).Ele alternava entre tossir, amassar papel, dar instruções óbvias. Odiei todos os fiscais e tive vontade de socar a cara deles, tive a sorte de pegar a equipe mais feia, burra, inconveniente e tuberculosa de todo o certame.
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